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abrasivo on the rocks

É tão bom ser sem-abrigo!

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Marcelo diz que a principal razão para o surto em Lisboa é a coabitação e que há um estudo que parece demonstrar que os transportes ferroviários, que servem grande número dos concelhos com vários surtos, não é factor determinante para a disseminação da pandemia.

Perante isto debato-me com um trilema:

  1. passar a dormir ao relento num banco de jardim
  2. ocupar a carruagem de comboio mais próxima
  3. impedir a minha mulher de entrar em casa.

Ou devo encomendar um estudo à Universidade Nova?

Qual destas hipóteses não contribui para quebrar a cadeia?

E quais serão as consequências socioeconómicas, políticas e diplomáticas?

Estarei a contribuir para o deflagrar da terceira guerra mundial?

E o Covid?

publicado às 14:48

mas isto não é uma questão de saúde pública?

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Porque o Reino Unido decidiu excluir Portugal da lista de países considerados seguros em relação à pandemia de covid-19, Marcelo fez questão de lembrar que «[O Reino Unido] é o nosso aliado mais antigo, as nossas relações são de muitos séculos e há uma coisa que toda a gente sabe: que na vida das pessoas, como nos países, ora se está no alto, ora se está em baixo. E quando se está em baixo precisa-se dos outros. Quando se está no alto – ou quando se pensa que se está no alto – às vezes esquecem-se os outros».

Marcelo tem razão. Eu não sou professor, mas também não percebo porque é que não posso ir, às duas da manhã, para a porta da Portugália, beber umas cervejolas com os meus melhores onze amigos como fazia diariamente há cerca de 50 anos. Não são ingleses, mas são os meus aliados da borga mais antigos. Pelo menos que eu me lembre. Não sei se estou em baixo, ou se estou no alto, mas nunca ouvi dizer que uma cervejola fizesse mal a alguém. A mim nunca me fez esquecer o caminho de casa.

publicado às 15:03

de milagre a ovelha ronhosa da europa

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Ou a história de um povo que se fechou em casa com medo do monstro e que foi apanhado no meio da rua quando teve de sair de casa para se alimentar porque, entretanto, o governo, proclamando «milagre, milagre», fiou-se na virgem e nada fez para o salvar.

publicado às 14:02

isto é que é gozar com quem trabalha

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O RAP que me perdoe.

Decretar o dever cívico de recolhimento domiciliário, limitar ajuntamentos a 5 pessoas em 19 freguesias de Lisboa e estabelecer coimas para quem infringir as regras é fácil.

Impossível é obedecer. As 19 freguesias em causa são apenas os grandes dormitórios de Lisboa. Gente que faz mexer a cidade e que todos os dias tem de se deslocar para o trabalho (e em que condições é obrigada a desenvolver a sua actividade?) em transportes públicos onde não só não consegue evitar ajuntamentos de mais de 5 pessoas, como é obrigada a viajar como sardinha enlatada. 

Como o governo, coitado, não tem dinheiro para resolver o problema (os transportes rodoviários na área metropolina de Lisboa, por exemplo, só serão reforçados até 90% a partir de 1 de Julho, até lá o Covid vai esperar), atrevia-me a sugerir a insubordinação geral.

Com o dinheiro das coimas talvez o governo consiga disponibilizar mais transportes e mais condições a quem tem de trabalhar para sobreviver.

Quem sabe se o Covid não fugiria deste país com medo de ser atropelado?

publicado às 18:11

a seca da lei seca

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No princípio, a lei seca até conseguiu reunir um grande apoio, depois, foi o que se viu.

Por cá, em tempos de pandemia, Lagos, Carcavelos, Braga e Porto são um sinal de alarme. Por quanto tempo mais vão continuar encerrados os bares e as discotecas? 

Há coisas que não fazem sentido na gestão baseada no terror desta proclamada pandemia. Uma delas tem que ver com o número pessoas que se podem juntar: de cinco passou a dez e, agora, a vinte.

Porquê vinte?

Uma lengalenga da minha infância acabava assim:

Vinte, vai ao diabo que te pinte,

o diabo não me pintou,

merda para quem me lá mandou.

Porquê 20, e não 50, ou 100, ou 200, ou 1000?

Mais de 20, não, a não ser que estejam no Campo Pequeno a ouvir o Bruno Nogueira?

Porque se mantêm fechados os bares e as discotecas?

O que é mais fácil de controlar?

O rasto epidimiológico de um grupo de cem pessoas reunidas controladamente e com regras no mesmo local, a beber e a dançar?

Ou o rasto epidimiológico de 5 grupos de 20 pessoas, algures em parte incerta, que aleatoriamente e sem qualquer controlo ou regras se movimentam de um grupo para outro, formando novos grupos que sucessivamente vão recebendo novos elementos de outros grupos diferentes dos grupos iniciais, sem que, em qualquer circunstância, nenhum dos grupos originais ou entretanto gerados ultrapasse os 20 elementos?

Além disso… bem, o homem é um animal social.

 

 

 

 

publicado às 13:44

se o ridículo matasse

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Tínhamos de ficar todos confinados. Nem a máscara cirúrgica nos salvaria.

Para que as discotecas possam abrir, a AHRESP propõe que as pistas de dança sejam marcadas no chão com quadrados de 2,25 metros quadrados, de forma a que as pessoas mantenham distância entre si, mesmo movimentando-se ao som da música.

Assim como assim, já comecei a treinar nos ladrilhos da minha casa de banho.

Chiça!

Acabei de pisar um coronavírus.

publicado às 16:28

choco com batata-doce e ervilhas

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Sim, porque em era de Covid-19 o meu corpo merece!

Era uma vez um choco grande com mais de 2 kg.

Arranjei-o, lavei-o muito bem lavado, retirei-lhe a pele e cortei-o em pedaços.

A pele retirei também a 1 kg de tomates maduros com rama. Tirei-lhes os pés, dei-lhes dois golpes em cruz na parte de cima, escaldei-os em água a ferver e pelei-os.

Depois de descascadas, cortei 1 kg de batatas-doces às rodelas grossas.

Untei um tabuleiro com manteiga e coloquei as batatas-doces. Polvilhei com flor de sal e canela e, por cima, distribuí umas nozinhas de manteiga. Depois, levei a assar em forno previamente aquecido a 170° C durante cerca de 30 minutos.

Num tacho com 4 colheres de sopa de azeite virgem, levei ao lume 1 cebola grande picada e 1 folha de louro. Quando começou a ficar transparente, juntei os alhos picados, a malagueta cortada às rodelas, a rama do tomate, e a raiz e os talos dos coentros picados.

Deixei refogar mais um pouco e juntei o choco. Reguei com 1/2 dl de vinho branco seco, deixei evaporar, juntei os tomates, a que retirei as sementes, cortados às rodelas, temperei com sal, tapei e deixei estufar em lume brando durante 12 minutos.

Acrescentei as ervilhas e os pimentos cortados em pedaços, tapei e deixei cozer mais 10 minutos.

Por fim, juntei as batatas-doces assadas e cozeu tudo mais 2 minutos.

Polvilhei com os coentros picados, tapei, aguardei 1 minuto e servi

publicado às 18:25

precocemente, com amor

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Quem nunca ouviu falar de gravidez precoce?

E de amadurecimento sexual precoce?

E já ouviu falar de ejaculação precoce?

Não?

Vá lá…

Pronto, esqueça a provocação.

Sabia que há solução?

Não?

Fique sabendo que tudo o que é precoce tem solução.

Não acredita?

Já ouviu falar da Marta?

Não. Não estou a falar da Marta da Ok! teleseguros.

Estou a falar da Marta. Da Marta Temido.

Sabia que ela criou um Gabinete Regional de Intervenção em Lisboa e Vale do Tejo que tem por objectico identificar precocemente os novos casos e cadeias de transmissão do Covid-19?

Do Covid-19 à pilinha é um salto de caracol!

Os caracóis não saltam?

Que importa?!

 

publicado às 14:49

Abençoado Covid-19

covid.jpgUma bênção, sem dúvida, não é verdade António Costa? Eu diria mesmo, uma suprema felicidade, porque este ano, graças ao Covid-19, «haverá menos turistas vindos de fora e mais espaço para nós», como muito bem refere o nosso primeiro-ministro. Mas nem tudo são rosas: o problema é que «não sabemos por quanto tempo, por isso convém aproveitar este ano» antes que os turistas venham para aí ocupar as nossas praias de areia dourada!

Abençoado Covid-19, porque, graças ao Covid-19, todos vamos ter pés, perdão, PEES, que é assim uma coisa que nos vai permitir

– Reforçar o Serviço Nacional de Saúde para responder às necessidades assistenciais dos portugueses, para melhorar a capacidade da resposta de medicina intensiva, para valorizar os profissionais do Serviço Nacional de Saúde, para valorizar a saúde pública, para garantir a eficácia das redes de sistemas de informação em saúde

– A universalização da escola digital

– Combater a pobreza

– Apoiar a juventude e a infância

– Criar um parque nacional de oferta pública de arrendamento a preços acessíveis

– Apoiar o emprego e a formação profissional

– A requalificação profissional no ensino superior

– Apoiar a contratação de recursos humanos altamente qualificados

– Proteger rendimentos

– Proteger os trabalhadores independentes e informais

– A dinamização económica do emprego

– Realizar obras na área das florestas, rede hidrográfica e mobilidade sustentável

– O alargamento da rede de equipamentos sociais

– Aumentar o número de trabalhadores da Administração Pública em teletrabalho

– Criar linhas de crédito, seguros de crédito

– O financiamento de PME no mercado de capitais

– Fomentar a concentração e aquisições de PME

– Criar um fundo de capitalização de empresas

– Promover novas áreas de negócio

– Adaptar e modernizar os estabelecimentos comerciais

– Promover o comércio digital

– Promover a economia azul

– Criar um banco de fomento

– Reforçar e rejuvenescer os quadros da Administração Pública

– Aprovar uma lei de simplificação de procedimentos da Administração Pública

– Aumentar a eficiência dos tribunais administrativos e fiscais

e pasme-se, se isto não é mesmo um programa com PEES e cabeça:

Finalmente, o Governo de Portugal promete mais uma vez acabar com o amianto nas escolas.

Abençoado Covid-19.

publicado às 14:59

tudo na mesma como a lesma

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Hoje tivemos mais uma vez a agradável surpresa de que, em Portugal, nas últimas 24 horas, se registaram apenas mais 14 óbitos por Covid-19.

Parece que o senhor Costa e Silva, o cérebro dos petróleos que o primeiro-ministro Costa escolheu para elaborar os projectos que irão reerguer a nossa economia e impulsionar um crescimento sustentável e resiliente em transição para uma economia ecológica e digital, assente no investimento numa vaga de renovação em larga escala, nas energias renováveis e em soluções de hidrogénio limpo, em transportes não poluentes, na alimentação sustentável e numa economia circular inteligente, como preconiza a Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho Ruropeu, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões, afinal, não vai ser ministro.

Mas não há razão para alarme se, de repente, rebentar por aí uma nova vaga de calor: o Governo não põe de parte o congelamento das carreiras em 2021.

 

 

 

 

 

publicado às 14:08

dois vezes sete, catorze

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Quantas pessoas morreram ontem em Portugal vítimas do Covid-19?

Catorze, claro. Ou treze. Catorze parece-me bem.

Ou a singularidade portuguesa, em que tudo foi cientificamente programado, e que até o Covid-19 tem medo de contrariar. Porque nós somos os melhores e os mais audazes, como diria Marcelo, e a sorte protege os audazes. 

A chatice é Lisboa, onde, por causa do aumento da procura do Covid-19, as unidades de saúde são confrontadas com a «inviabilidade» de retomarem a sua actividade normal.  

Lisboa, a capital de um país que, além de um presidente de heróis, tem um governo maravilhoso com um primeiro-ministro maravilhoso que nos diz que não haverá austeridade, e que repete que não haverá austeridade, e com uma ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública que admite um cenário de austeridade em que o corte de salários não será a primeira opção.

Não sei em que cenário nos encontramos – drama ou tragédia? –, mas os milhares de trabalhadores que viram e vão continuar a ver o seu salário cortado em um terço, estarão a viver um cenário de comédia?

Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso (bis)

Advogados pro bono não são novidade.

Os brasileiros também já tiveram o seu presidente Costa e Silva.

Novo, novo é o Costa Silva que diz estar a trabalhar pro bono para o governo português.

Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso (bis)

 

publicado às 15:02

PORQUE ALMOÇAR FORA É UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA

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«Neste momento, considero importante dar um sinal de confiança na restauração e também de agradecimento, porque foi um sector muitíssimo atingido ao longo destes meses. Vai ser, seguramente, um sector em que vai precisar de algum tempo até que as pessoas ganhem confiança, voltando a comer fora de casa», disse António Costa no dia em que foi almoçar a um restaurante histórico no Bairro Alto, o Alfaia, e decidiu pagar o almoço de Ferro Rodrigues, coitadinho.

Um dia em que Centeno também decidiu ir almoçar fora, com as devidas cautelas e com confiança para revitalizar a nossa economia, mas sozinho, porque depois dos 850 milhões que entregou ao Novo Banco, almoços grátis só depois de uma auditoria.

Mas, se António Costa está mesmo convencido de que vai ser preciso algum tempo até que as pessoas ganhem confiança para voltarem a comer fora de casa, porque não faz uma experiência e decide pagar diariamente o almoço, num restaurante à escolha de cada um, a cada um dos milhares de portugueses que, subitamente e sem que nada o pudesse prever, se viram privados do seu emprego, ou viram desaparecer um em cada três meses do seu ordenado? Vai ver que confiança na restauração é coisa que não falta.

Ou não vai ver porque é cego, ou porque não quer ver, ou porque é sofista, ou ignorante, sei lá. Vejamos:

«Há duas semanas a grande angústia era a de saber quando começava a austeridade.»

Agora «já perceberam que não vamos começar pela austeridade…»

Mas já tivemos de adoptar medidas de contenção da doença que provocaram «um efeito brutal na economia, ameaçando milhares de postos de trabalho e pondo em causa o rendimento de muitas famílias».

Nada que uma pitada de confiança não possa resolver. De preferência servida em prato previamente aquecido. E desinfectado… por causa do Covid.

publicado às 18:44

sporting, o clube da formação

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E foi aqui que Varandas incrédulo e debruçado sobre o placard exclamou cu(três pontinhos)medido(dois pontos)

Porra (ponto de exclamação)

O que anda ainda a fazer aqui este puto (ponto de exclamação seguido de ponto de interrogação, ou versa-vice)

E decidiu:

Segunda-feira, pela fresquinha, por causa do calor, apanhas uma boleia (dirigindo-se a Thierry Correia, ainda com os cabelos de pé) e vais de borla para Valência (ponto final sem direito a mais mais)

 

publicado às 14:09

RECEITA DOS CANNELLONI QUE DEUS GOSTARIA DE PROVAR

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Pique, ou mande picar no talho, só uma vez, 250 gramas de carne de vaca (agulha da pá, ou cachaço) e 250 gramas de carne de porco (do cachaço, de preferência).

Numa panela, deite 1 colher de sopa de azeite, 3 colheres de sopa de manteiga, 100 gramas de cebolas, picadas, 50 gramas de bacon, picado, e leve a lume médio. Cozinhe, mexendo de vez em quando, até a cebola ficar translúcida; adicione 80 gramas de aipo (o talo) e 100 gramas de cenouras, tudo picado. Cozinhe por cerca de 2 minutos, mexendo os legumes.

Adicione as carnes picadas, e tempere com sal e pimenta preta moída na hora. Separe a carne com a colher de pau, mexa e remexa até que toda a carne fique solta e perca a cor vermelha.

Junte 2,5 dl de leite gordo e deixe cozinhar suavemente, mexendo com frequência, até começar a borbulhar. Rale um pouco de noz-moscada, e mexa.

Adicione 2,5 dl de vinho branco seco, deixe ferver durante 2 minutos, acrescente 400 gramas de tomate italiano pelado e mexa para misturar bem.

Quando recomeçar a levantar fervura, baixe o lume para que o molho cozinhe lentamente, com apenas uma bolha intermitente a aparecer à superfície. Deixe cozinhar, sem tapar, por cerca de 3 horas, mexendo de vez em quando (no final, não deve haver vestígios de água e a gordura deve separar-se do molho).

Rectifique os temperos.

Entretanto, prepare o molho de tomate.

Num tacho, leve ao lume 3 cebolas médias cortadas em pedaços, com cerca de 1,5 dl de azeite virgem. Tire a pele e as sementes (retire as sementes para um coador, para poder aproveitar o sumo) a 1,5 kg de tomate em rama bem maduro e deite no tacho. Junte o sumo do tomate coado, 1 folha de louro, 1 ramo de salsa (atado, para ser mais fácil de retirar), 6 dentes de alho inteiros (espetados em 2 palitos), 20 gramas de manjericão fresco (também atado), rama do tomate, uma pitada de açúcar mascavado, 6 grãos de pimenta preta e sal.

Tape e deixe cozer em lume brando durante cerca de 45 minutos.

Leve ao lume um tacho com um pouco de água. Quando começar a ferver, introduza 1 molho de espinafres.

Logo que recomece a ferver, retire os espinafres e passe-os por água fria. Escorra-os. Esprema-os com as mãos e pique-os grosseiramente.

Numa caçarola, derreta 40 gramas de manteiga sem sal. Adicione 40 gramas de farinha e mexa muito bem. Depois, vá adicionando 3 dl de leite e, mexendo sempre, deixe cozer a farinha até obter um molho bechamel espesso. Tempere com sal, pimenta preta moída na hora e noz-moscada acabada de ralar. Junte 2 colheres de sopa de queijo parmesão, acabado de ralar. Mexa e retire do lume.

Leve uma panela ao lume com bastante água. Quando ferver em cachão, junte 20 cannelloni, desses que se encontram à venda (mas pode fazê-los em casa, se quiser dar-se a esse luxo), e deixe cozer durante 2 minutos.

Passe-os por água fria para não colarem e escorra-os.

Fora do lume, junte o molho de carne, os espinafres picados e o molho bechamel. Misture tudo e rectifique de temperos.

Unte um tabuleiro com manteiga.

Encha um a um os cannelloni com o recheio e coloque-os no tabuleiro, lado a lado.

Depois de cozidos os tomates, retire a folha de louro, o ramo de salsa, o manjericão, a rama de tomate e os dentes de alho, e desfaça tudo muito bem com o triturador.

Verifique os temperos e deite o molho sobre os cannelloni.

Polvilhe com queijo parmesão, ralado na hora, e leve a gratinar a forno previamente aquecido a 220° Celsius, durante cerca de 20 minutos.

Sirva, e já no prato rale mais um pouco de queijo parmesão.

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Acompanhe com um bom vinho tinto e não tenha pressa de chegar ao fim. Os meus irmãos deixaram de comer cannelloni nos restaurantes.

publicado às 09:10

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